Regressei no sábado de manhã de uma viagem de trabalho a Florianópolis, em Santa Catarina, no Brasil, e decidi ir almoçar à minha terra natal: Aboim da Nóbrega. Após o almoço, fui visitar alguns familiares ao Pico de Regalados e, pelo caminho, parei num café na Portela do Vade para jogar no Euromilhões.

Ao sair do café, fui ameaçado à minha integridade física por um familiar do ex-Presidente da Junta da União de Freguesias do Vade, Carlos Cação, devido a um comentário que fiz numa notícia publicada pelo Semanário Vox com o título: “Filipe Silva acusa Carlos Cação e Júlia Fernandes de deslealdade com a população da Ribeira do Neiva – A Câmara e o deputado simularam apoiar os populares, enquanto estendiam uma passadeira vermelha a um verdadeiro atentado contra o património ambiental do concelho, na idílica Serra do Oural”.

Estas ameaças foram proferidas desde o café até ao local onde tinha o meu carro estacionado e foram presenciadas por várias testemunhas. As autoridades policiais e judiciais serão notificadas acerca do sucedido.

Para além destas ameaças, aproveito para dar a conhecer mais um atentado ambiental que tem como responsável Carlos Cação, situado em Codeceda, conforme ilustram as fotografias anexas: uma lixeira tóxica de pneus localizada num ribeiro afluente do Rio Vade, existente desde o tempo em que este ocupava o cargo de Presidente da Junta da União de Freguesias do Vade.

Face a isto, é absolutamente inacreditável que tenha sido proposta a nomeação de Carlos Cação para a Comissão de Ambiente e Energia da Assembleia da República, considerando que é responsável por vários atentados ambientais no concelho de Vila Verde.

Concluo afirmando que outros atentados promovidos por Carlos Cação serão divulgados no momento oportuno.