A Comissão Política do Chega em Vila Verde alertou para problemas graves na recolha de resíduos urbanos, assim como para irregularidades no centro de compostagem comunitário de Prado.

O partido refere que o local, que antes funcionava como uma ETAR, está atualmente a ser utilizado de forma indevida, com o depósito de plásticos, colchões, ervas daninhas e até para a lavagem de camiões de fossas.

Segundo Rodrigo Ferreira, presidente da Juventude do Chega de Vila Verde, esta prática poderá estar a provocar a contaminação de um ribeiro próximo, devido às infiltrações causadas pelos maus usos do espaço. “O que está a acontecer aqui é um grave atentado ambiental, com a conivência da junta de freguesia e da câmara municipal”, afirmou.

Já Elisabete Rodrigues, presidente do Chega de Vila Verde, destacou que o objetivo inicial deste espaço era reduzir a quantidade de lixo orgânico enviado para aterros, transformando-o em composto natural para utilização em hortas, jardins e espaços verdes municipais.

“Elaborar composto a partir de folhas secas, restos de plantas, relva cortada ou resíduos das podas feitas pelo município era uma excelente alternativa. No entanto, não faz sentido ver aqui colchões e plásticos, que claramente não são resíduos orgânicos”, afirmou.

A dirigente sublinhou ainda que o Chega irá tomar medidas sobre o caso, remetendo as imagens recolhidas para as entidades competentes, de forma a garantir uma atuação rápida.